Workshop African Dance, no Parque de Jogos Tradicionais, em Alte
http://www.youtube.com/watch?v=iw75mqE_9qE
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Linha de Muito Alta Tensão atravessa a Freguesia de Alte
Linhas de Alta Tensão em consulta pública: 15 freguesias dos concelhos de Alcoutim, Almodovar, Castro Marim, Tavira, Loulé e Silves
«Já está em consulta pública (de 12 Fevereiro a 4 Abril 2008)o Estudo de Impacto Ambiental para instalação das Linhas de Muito Alta Tensão e da Subestação de Tavira. São abrangidas 15 freguesias do Alentejo e Algarve.
Durante 38 dias úteis, de 12 de Fevereiro a 4 de Abril de o Resumo Não Técnico, do Estudo de impacto ambiental está em fase de consulta pública.
(...) Alte e Ameixial (Loulé) e São Bartolomeu de Messines (Silves) serão atravessadas pela infra-estrutura (...)»»
(Fonte: Observatório do Algarve, 15-2-08)

(Fonte: Estudo de Impacte Ambiental da Subestação de Tavira e Linhas da RNT associadas, incluindo nova interligação à Rede Eléctrica de Espanha. Estudo Prévio. Resumo Não Técnico, Janeiro 2008)
********
«A linha passará próximo da povoação de Gavião de Baixo e do lugar de Pissara, na freguesia de São Bartolomeu de Messines, concelho de Silves. O presidente da Junta local, Vítor Lourenço, diz que a autarquia vai auscultar os residentes, quase todos idosos, de forma a tomar uma posição sobre o assunto.
No concelho de Loulé, o traçado atravessa as freguesias de Alte e do Ameixial. A povoação mais próxima do corredor proposto é Zambujal. Seruca Emídio, presidente da Câmara, estranha que, “ao contrário do que era habitual, a autarquia não tenha sido consultada previamente”.»» (Fonte: Correio ds Manhã,16-02-08)
«Já está em consulta pública (de 12 Fevereiro a 4 Abril 2008)o Estudo de Impacto Ambiental para instalação das Linhas de Muito Alta Tensão e da Subestação de Tavira. São abrangidas 15 freguesias do Alentejo e Algarve.
Durante 38 dias úteis, de 12 de Fevereiro a 4 de Abril de o Resumo Não Técnico, do Estudo de impacto ambiental está em fase de consulta pública.
(...) Alte e Ameixial (Loulé) e São Bartolomeu de Messines (Silves) serão atravessadas pela infra-estrutura (...)»»
(Fonte: Observatório do Algarve, 15-2-08)
(Fonte: Estudo de Impacte Ambiental da Subestação de Tavira e Linhas da RNT associadas, incluindo nova interligação à Rede Eléctrica de Espanha. Estudo Prévio. Resumo Não Técnico, Janeiro 2008)
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«A linha passará próximo da povoação de Gavião de Baixo e do lugar de Pissara, na freguesia de São Bartolomeu de Messines, concelho de Silves. O presidente da Junta local, Vítor Lourenço, diz que a autarquia vai auscultar os residentes, quase todos idosos, de forma a tomar uma posição sobre o assunto.
No concelho de Loulé, o traçado atravessa as freguesias de Alte e do Ameixial. A povoação mais próxima do corredor proposto é Zambujal. Seruca Emídio, presidente da Câmara, estranha que, “ao contrário do que era habitual, a autarquia não tenha sido consultada previamente”.»» (Fonte: Correio ds Manhã,16-02-08)
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Carnaval de Alte - 2008
«Em Alte, numa das mais típicas freguesias do interior algarvio, o Carnaval faz-se com a chamada prata da casa. Os 14 carros alegóricos foram construídos pela população. O tema de cada carro é decidido pelos próprios foliões: há quem se vire para o romance, outros para a crítica política ou social. Uma das regras deste corso é não haver ovos, graxa ou balões de água porque, mesmo sendo Carnaval, há quem possa levar a mal.»
(Fonte: SIC online, 5-2-2008)
Para ver vídeo da notícia no Primeiro Jornal da SIC, 5-2-2008:
http://sic.sapo.pt/online/scripts/2007/videopopup.aspx?videoId={90384EFA-85B7-440B-9723-BBB4495DB97C}
(Fonte: SIC online, 5-2-2008)
Para ver vídeo da notícia no Primeiro Jornal da SIC, 5-2-2008:
http://sic.sapo.pt/online/scripts/2007/videopopup.aspx?videoId={90384EFA-85B7-440B-9723-BBB4495DB97C}
domingo, 3 de fevereiro de 2008
Loulé: comemorou 20 anos de elevação a cidade
Loulé celebrou no dia 1 de Fevereiro, 20 anos de elevação a cidade (1988).
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
História do antigo hospital de Loulé
«No reinado de Afonso V, surge hospital anexo à albergaria. Nos registos históricos, há notícia de que em 1471 funcionava, em Loulé, uma albergaria. No reinado de Afonso V, foi anexado a essa albergaria um hospital, para nele serem tratados os soldados doentes e feridos envolvidos nas expedições ao Norte de África. Nessa altura, o hospital foi baptizado com o nome de Nossa Senhora dos Pobres. Em meados do século XVI, foi instituída a Santa Casa da Misericórdia que, por ordem do rei D. Sebastião, passou a administrar o hospital. São seis séculos de história, onde ressaltam momentos de grande significado para as gentes louletanas. Em 1910, o Dr. José Bernardo Lopes foi nomeado facultativo municipal do concelho de Loulé com a obrigação de «prestar gratuitamente assistência aos seus doentes pobres. Em 10 de Maio de 1976, a Santa Casa da Misericórdia cortou o cordão umbilical com o hospital. Uma comissão instaladora assumiu a sua gestão. A partir de 20 de Março de 1984, a Comissão foi paulatinamente perdendo capacidade de fazer frente aos problemas quotidianos do Hospital, que não oferecia já as mínimas condições de funcionamento.
Em finais de 1992, iniciou-se a construção do novo Centro de Saúde de Loulé, facto que anunciou o encerramento do Hospital de Nossa Senhora dos Pobres como Centro de Saúde e como unidade hospitalar.»
(Fonte: Barlavento Online - Jornal de Informação Regional do Algarve, 2-02-2008)
Em finais de 1992, iniciou-se a construção do novo Centro de Saúde de Loulé, facto que anunciou o encerramento do Hospital de Nossa Senhora dos Pobres como Centro de Saúde e como unidade hospitalar.»
(Fonte: Barlavento Online - Jornal de Informação Regional do Algarve, 2-02-2008)
Entrevista ao Presidente da Junta de Freguesia de Alte
Jornal Regional.com - Entrevista ao Presidente da Junta de Freguesia de Alte, Eugénio Guerreiro: a sua visão sobre o futuro de Alte (1 Fev. 2008):
"Alte só tem olhos para os três vértices do futuro: Habitação, área de aptidão turística e vertente empresarial. A falta de espaço para a habitação é um problema muito antigo, não permitindo desta forma a fixação das populações, sobretudo a população mais jovem (...)"
Ver entrevista completa em:
http://www.jornalregional.com/?p=cfcd208495d565ef66e7dff9f98764da&distrito=&concelho=&op=noticia&n=ff33c130941d95ac47e2569c6b1a83ff
"Alte só tem olhos para os três vértices do futuro: Habitação, área de aptidão turística e vertente empresarial. A falta de espaço para a habitação é um problema muito antigo, não permitindo desta forma a fixação das populações, sobretudo a população mais jovem (...)"
Ver entrevista completa em:
http://www.jornalregional.com/?p=cfcd208495d565ef66e7dff9f98764da&distrito=&concelho=&op=noticia&n=ff33c130941d95ac47e2569c6b1a83ff
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Carnaval na Cortelha
«A Associação dos Amigos da Cortelha, freguesia de Salir, vai realizar no próximo dia 4 de Fevereiro, pelas 21:30 horas, o Baile de Carnaval, abrilhantado pelo Conjunto Sons do Sul. Como sempre acontece, terá lugar um concurso de máscaras, existindo prémios-surpresa para os mais originais.»
(Fonte: Jornal Regional.com, 30-1-2008)
(Fonte: Jornal Regional.com, 30-1-2008)
Idosos da freguesia de Alte aprendem a evitar burlões
«A GNR em colaboração com a autarquia de Loulé e com as juntas de freguesia do interior, vai promover durante o próximo mês de Fevereiro o Programa Idosos em Segurança, que consiste em acções de preparação contra burlas. A iniciativa abrange as freguesias de Ameixial, Alte, Benafim, Salir, Querença e Tôr. As acções abordam o tema da segurança através de conselhos práticos de prevenção de burla, tanto em contexto de casa, como em contexto de rua. O objectivo é saber como proceder para evitar ser vítima de tentativa de burla.
A iniciativa está agendada para os seguintes locais e datas: Ameixial – 7 de Fevereiro, pelas 10:00 horas, nas instalações do Grupo Desportivo do Ameixial; Alte-19 de Fevereiro, pelas 11:00 horas, na Casa do Povo de Alte; Benafim – 22 de Fevereiro, pelas 14:00 horas, no Centro Comunitário; Benafim – 22 de Fevereiro, pelas 16:00 horas, na Associação de Caçadores; Alte – 23 de Fevereiro, pelas 14:00 horas, no Salão do Grupo Desportivo Serrano; Salir – 25 de Fevereiro, pelas 10:00 horas, no Centro Comunitário; Querença – 26 de Fevereiro, pelas 10:00 horas, no Salão de Festas da Casa do Povo; e Tôr – 29 de Fevereiro, pelas 10:00 horas, no Salão Paroquial.»
(Fonte: Jornal Região Sul, 30-1-2008)
A iniciativa está agendada para os seguintes locais e datas: Ameixial – 7 de Fevereiro, pelas 10:00 horas, nas instalações do Grupo Desportivo do Ameixial; Alte-19 de Fevereiro, pelas 11:00 horas, na Casa do Povo de Alte; Benafim – 22 de Fevereiro, pelas 14:00 horas, no Centro Comunitário; Benafim – 22 de Fevereiro, pelas 16:00 horas, na Associação de Caçadores; Alte – 23 de Fevereiro, pelas 14:00 horas, no Salão do Grupo Desportivo Serrano; Salir – 25 de Fevereiro, pelas 10:00 horas, no Centro Comunitário; Querença – 26 de Fevereiro, pelas 10:00 horas, no Salão de Festas da Casa do Povo; e Tôr – 29 de Fevereiro, pelas 10:00 horas, no Salão Paroquial.»
(Fonte: Jornal Região Sul, 30-1-2008)
domingo, 27 de janeiro de 2008
Residentes em Santa Margarida vão pagar menos impostos em 2009
«Grande maioria das autarquias não vai baixar o IRS. Menos de 20 municípios, num total de 308, divulgaram a intenção de baixar o IRS aos munícipes. A medida só terá efeitos na bolsa dos contribuintes e nos orçamentos das câmaras em 2009, após um ano de transição. A Câmara de Loulé foi a terceira autarquia algarvia, depois de Alcoutim e Olhão, a anunciar a redução do IRS em dois pontos percentuais.Combater a desertificação nas zonas deprimidas da serra algarvia, como Querença, Tôr, Alte ou Ameixial, fixar mais população e novas empresas são alguns objectivos da redução do IRS em Loulé, aprovada por maioria, com os votos contra dos vereadores socialistas.»
(Fonte: Barlavento Online, Janeiro 2008)
(Fonte: Barlavento Online, Janeiro 2008)
Carnaval de Alte (2)
«Carnaval de Alte conta com nove carros alegóricos. O desfile de Carnaval de Alte vai realizar-se nos dias 3 e 5 de Fevereiro, entre as 15:00 e as 18:00 horas. À noite, pelas 21:30 horas, há bailes de Carnaval no salão da Casa do Povo de Alte.
Este ano, o evento conta com a participação de 9 carros alegóricos e 4 grupos de foliões. “Esta significativa quantidade de grupos participantes encherá a aldeia de Alte de folia e animação, onde há uma forte envolvência da comunidade local, pois muitas são as pessoas que colaboram directamente para esta realização”, refere a Freguesia de Alte.
Recorde-se que se trata de um Carnaval de cariz tradicional, pois toda a confecção e elaboração dos carros alegóricos e grupos de foliões é, exclusivamente, feita pelos grupos participantes, sem recurso a empresas especializadas na matéria.»
(Fonte: Região Sul, Janeiro 2008)
Este ano, o evento conta com a participação de 9 carros alegóricos e 4 grupos de foliões. “Esta significativa quantidade de grupos participantes encherá a aldeia de Alte de folia e animação, onde há uma forte envolvência da comunidade local, pois muitas são as pessoas que colaboram directamente para esta realização”, refere a Freguesia de Alte.
Recorde-se que se trata de um Carnaval de cariz tradicional, pois toda a confecção e elaboração dos carros alegóricos e grupos de foliões é, exclusivamente, feita pelos grupos participantes, sem recurso a empresas especializadas na matéria.»
(Fonte: Região Sul, Janeiro 2008)
BTT nocturno passou por Santa Margarida - Agosto 2007
Fotografias do BTT nocturno
Algumas das fotografias disponíveis neste endereço foram tiradas no Largo das Lojas, em Santa Margarida, no dia 15 de Agosto de 2007.
Forum BTT
http://www.forumbtt.net/index.php?topic=23080.0;prev_next=next
Algumas das fotografias disponíveis neste endereço foram tiradas no Largo das Lojas, em Santa Margarida, no dia 15 de Agosto de 2007.
Forum BTT
http://www.forumbtt.net/index.php?topic=23080.0;prev_next=next
Raid Cicloturismo Setúbal - Algarve, com passagem por Santa Margarida
Raid FPCUB Setúbal - Algarve, 21-22 de Abril de 2007
http://www.fpcub.pt/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=29&Itemid=2
Etapa 10. SÃO MARCOS DA SERRA – ALTE
A partir daqui tudo é novo.Por isso o esforço de reconhecimento teve de ser acrescido por forma a se cruzar longitudinalmente boa parte do Barrocal e Serra algarvios. Essa tarefa podia ser algo de muito penoso mas, felizmente, conseguimos suavizar a altimetria seguindo o curso de muitas ribeiras que seguem o seu curso com uma orientação poente – nascente, ou vice versa que são cruzadas inúmeras vezes a vau. É assim até se cruzar o rio Arade, também a vau, onde o relevo começa a acidentar gradualmente.
Após a passagem sob a A2 segue-se o curso da ribeira do Gavião passando por Vale Figueira, Marreiros e Corchica e, após se cruzar a mesma começa uma longa subida até Santa Margarida e daí a descida até Alte e por dentro desta localidade.
Aqui parece que a paisagem muda por completo e a opção de abordar Alte a partir do seu topo revela-se acertada já que, dessa forma, se capta toda a mística que converte esta terra numa das mais pitorescas e genuínas do Algarve, quiçá de Portugal. Boa parte da sua malha urbana é percorrida em sentido descendente num percurso de extrema agradabilidade, neste caso urbana.
http://www.fpcub.pt/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=29&Itemid=2
Etapa 10. SÃO MARCOS DA SERRA – ALTE
A partir daqui tudo é novo.Por isso o esforço de reconhecimento teve de ser acrescido por forma a se cruzar longitudinalmente boa parte do Barrocal e Serra algarvios. Essa tarefa podia ser algo de muito penoso mas, felizmente, conseguimos suavizar a altimetria seguindo o curso de muitas ribeiras que seguem o seu curso com uma orientação poente – nascente, ou vice versa que são cruzadas inúmeras vezes a vau. É assim até se cruzar o rio Arade, também a vau, onde o relevo começa a acidentar gradualmente.
Após a passagem sob a A2 segue-se o curso da ribeira do Gavião passando por Vale Figueira, Marreiros e Corchica e, após se cruzar a mesma começa uma longa subida até Santa Margarida e daí a descida até Alte e por dentro desta localidade.
Aqui parece que a paisagem muda por completo e a opção de abordar Alte a partir do seu topo revela-se acertada já que, dessa forma, se capta toda a mística que converte esta terra numa das mais pitorescas e genuínas do Algarve, quiçá de Portugal. Boa parte da sua malha urbana é percorrida em sentido descendente num percurso de extrema agradabilidade, neste caso urbana.
Zona de Caça Municipal dos Estevais
MINISTÉRIOS DA AGRICULTURA, DESENVOLVIMENTO RURAL E PESCAS E DAS CIDADES, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E AMBIENTE
Portaria n.o 358/2004, de 5 de Abril
Com fundamento no disposto no artigo 25.o e no n.o 1 do artigo 114.o do Decreto-Lei n.o 227-B/2000,de 15 de Setembro, com as alterações introduzidas peloDecreto-Lei n.o 338/2001, de 26 de Dezembro;Ouvido o Conselho Cinegético Municipal de Silves: Manda o Governo, pelos Ministros da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas e das Cidades, Ordenamento do Território e Ambiente, o seguinte:
1.o Pela presente portaria é criada a zona de caça municipal dos Estevais (processo n.o 3554-DGF), pelo período de seis anos, e transferida a sua gestão parao Clube dos Terríveis de Caça e Pesca de Santa Margarida, com o número de pessoa colectiva 504996924 e sede na Rua da Escola, Santa Margarida, Alte, 8100 Loulé.
2.o Passam a integrar esta zona de caça os terrenos cinegéticos cujos limites constam da planta anexa à presente portaria e que dela faz parte integrante, sitos na freguesia de São Bartolomeu de Messines, município de Silves, com a área de 3398 ha.
3.o De acordo com o estabelecido no artigo 16.o doDecreto-Lei n.o 227-B/2000, de 15 de Setembro, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.o 338/2001, de 26 de Dezembro, os critérios de proporcionalidade de acesso dos caçadores a esta zona de caça compreendem as seguintes percentagens:a) 20 % relativamente aos caçadores referidos na alínea a) do citado artigo 16.o;b) 55 % relativamente aos caçadores referidos na alínea b) do citado artigo 16.o;c) 20 % relativamente aos caçadores referidos na alínea c) do citado artigo 16.o;d) 5 % aos demais caçadores, conforme é referido na alínea d) do citado artigo 16.o
4.o As regras de funcionamento da zona de caça municipal não constantes desta portaria serão divulgadas pela entidade gestora nos locais do costume e, pelo menos, num jornal de expansão nacional.
5.o As restantes condições de transferência de gestão,encontram-se definidas no plano de gestão aprovado pela respectiva direcção regional de agricultura, o qual se dá aqui como reproduzido.
6.o A zona de caça criada pela presente portaria pro duz efeitos, relativamente a terceiros, com a instalação da respectiva sinalização.
7.o A sinalização da zona de caça deve obedecer aodisposto na alínea b) dos n.os 2.o e 3.o e nos n.os 4.oa 7.o da Portaria n.o 1103/2000, de 23 de Novembro,e ainda no n.o 8.o da Portaria n.o 1391/2002, de 25 deOutubro.
8.o A presente portaria produz efeitos a partir do dia 1Março de 2004.
Pelo Ministro da Agricultura, Desenvolvimento Rurale Pescas, João Manuel Alves Soares, Secretário de Estado das Florestas, em 2 de Fevereiro de 2004.
Pelo Ministro das Cidades, Ordenamento do Território e Ambiente, Joaquim Paulo Taveira de Sousa, Secretário de Estado do Ordenamento do Território, em 16 de Março de 2004.»
Portaria n.o 358/2004, de 5 de Abril
Com fundamento no disposto no artigo 25.o e no n.o 1 do artigo 114.o do Decreto-Lei n.o 227-B/2000,de 15 de Setembro, com as alterações introduzidas peloDecreto-Lei n.o 338/2001, de 26 de Dezembro;Ouvido o Conselho Cinegético Municipal de Silves: Manda o Governo, pelos Ministros da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas e das Cidades, Ordenamento do Território e Ambiente, o seguinte:
1.o Pela presente portaria é criada a zona de caça municipal dos Estevais (processo n.o 3554-DGF), pelo período de seis anos, e transferida a sua gestão parao Clube dos Terríveis de Caça e Pesca de Santa Margarida, com o número de pessoa colectiva 504996924 e sede na Rua da Escola, Santa Margarida, Alte, 8100 Loulé.
2.o Passam a integrar esta zona de caça os terrenos cinegéticos cujos limites constam da planta anexa à presente portaria e que dela faz parte integrante, sitos na freguesia de São Bartolomeu de Messines, município de Silves, com a área de 3398 ha.
3.o De acordo com o estabelecido no artigo 16.o doDecreto-Lei n.o 227-B/2000, de 15 de Setembro, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.o 338/2001, de 26 de Dezembro, os critérios de proporcionalidade de acesso dos caçadores a esta zona de caça compreendem as seguintes percentagens:a) 20 % relativamente aos caçadores referidos na alínea a) do citado artigo 16.o;b) 55 % relativamente aos caçadores referidos na alínea b) do citado artigo 16.o;c) 20 % relativamente aos caçadores referidos na alínea c) do citado artigo 16.o;d) 5 % aos demais caçadores, conforme é referido na alínea d) do citado artigo 16.o
4.o As regras de funcionamento da zona de caça municipal não constantes desta portaria serão divulgadas pela entidade gestora nos locais do costume e, pelo menos, num jornal de expansão nacional.
5.o As restantes condições de transferência de gestão,encontram-se definidas no plano de gestão aprovado pela respectiva direcção regional de agricultura, o qual se dá aqui como reproduzido.
6.o A zona de caça criada pela presente portaria pro duz efeitos, relativamente a terceiros, com a instalação da respectiva sinalização.
7.o A sinalização da zona de caça deve obedecer aodisposto na alínea b) dos n.os 2.o e 3.o e nos n.os 4.oa 7.o da Portaria n.o 1103/2000, de 23 de Novembro,e ainda no n.o 8.o da Portaria n.o 1391/2002, de 25 deOutubro.
8.o A presente portaria produz efeitos a partir do dia 1Março de 2004.
Pelo Ministro da Agricultura, Desenvolvimento Rurale Pescas, João Manuel Alves Soares, Secretário de Estado das Florestas, em 2 de Fevereiro de 2004.
Pelo Ministro das Cidades, Ordenamento do Território e Ambiente, Joaquim Paulo Taveira de Sousa, Secretário de Estado do Ordenamento do Território, em 16 de Março de 2004.»
sábado, 19 de janeiro de 2008
Carnaval de Alte
«A típica aldeia de Alte também tem tradições carnavalescas. Quem nestes dias se deslocar ao interior do Algarve vai poder apreciar um desfile muito característico na zona mais central da aldeia.
O corso decorre no domingo Gordo e terça-feira de Entrudo, a partir das 15h00. Em ambos os dias, às 21h30, haverá um Baile de Foliões na Casa do Povo, com um Concurso de Máscaras e entrega dos prémios aos participantes.»
(Fonte: Observatório do Algarve, 2008)
O corso decorre no domingo Gordo e terça-feira de Entrudo, a partir das 15h00. Em ambos os dias, às 21h30, haverá um Baile de Foliões na Casa do Povo, com um Concurso de Máscaras e entrega dos prémios aos participantes.»
(Fonte: Observatório do Algarve, 2008)
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Cinema em Alte
Cinema em Alte (Loulé) com o filme “A canção de Lisboa”, de Cottinelli Telmo. A sessão é na Casa do Povo de Alte, dia 18, às 15h30.
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Selecção de Futsal Feminino do Algarve tem 2 jogadoras de Alte
Futsal feminino
9ª Edição do Torneio Inter-Associações de futsal feminino na categoria de Sub 19, torneio em que também está presente a selecção do Algarve, que integra o Grupo D, conjuntamente com Lisboa e Évora.
As jovens algarvias entram em competição amanhã, sexta-feira, dia 11 Janeiro 2008, às 9h00, defrontando a sua congénere de Lisboa.
Na parte da tarde, às 16h00, medirão forças com o seleccionado de Évora.
Jogadoras convocadas:
S. Pedro de Faro (3): Ana Jóia, Joana Gouveia e Carolina Damasceno
CHE Lagoense (2): Joana varela e Daniela Vicente
Centro de Alte (2): Micaela Lopes e Joana Guerreiro
Silves (2): Márcia Vicente e Joana Oliveira
Machados (1): Maria Alves
Padernense (1): Sara Ferrão
Putos da Rua (1): Ana Filipa Santos
(Fonte: Barlavento Online -Jornal de Informação Regional do Algarve, 10-1-2008)
9ª Edição do Torneio Inter-Associações de futsal feminino na categoria de Sub 19, torneio em que também está presente a selecção do Algarve, que integra o Grupo D, conjuntamente com Lisboa e Évora.
As jovens algarvias entram em competição amanhã, sexta-feira, dia 11 Janeiro 2008, às 9h00, defrontando a sua congénere de Lisboa.
Na parte da tarde, às 16h00, medirão forças com o seleccionado de Évora.
Jogadoras convocadas:
S. Pedro de Faro (3): Ana Jóia, Joana Gouveia e Carolina Damasceno
CHE Lagoense (2): Joana varela e Daniela Vicente
Centro de Alte (2): Micaela Lopes e Joana Guerreiro
Silves (2): Márcia Vicente e Joana Oliveira
Machados (1): Maria Alves
Padernense (1): Sara Ferrão
Putos da Rua (1): Ana Filipa Santos
(Fonte: Barlavento Online -Jornal de Informação Regional do Algarve, 10-1-2008)
sábado, 12 de janeiro de 2008
Jornal Ecos da Serra
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
Bom Ano 2008
Visita a Loulé - Salir
Visita a Loulé - Salir
««Loulé, no coração do Barrocal, é uma terra de artesanato e de grande dinâmica comercial organizada em torno do mercado, tão ao gosto Árabe. Nas lojas que rodeiam as muralhas ainda se descobrem artesãos no seu labor. Com uma mestria ímpar, saem cestos e tapetes de palmeira-anã, cintos, malas e peças em cobre e latão.
Começamos por visitar as Muralhas do Castelo (1), de origem Árabe, reconstruídas no séc. XIII e que ainda hoje se podem ver com as suas três torres de alvenaria. No pátio encontram-se algumas pedras medievais, um poço e o arco da antiga porta de ligação à povoação. Também aqui podemos visitar a Igreja Matriz (2), uma construção Gótica do séc. XIII com um interior de três naves. A torre sineira é proveniente da adaptação de um minarete muçulmano. Se o tempo correr devagar, é de visitar o Museu Municipal, onde se encontram colecções sobre etnografia e arqueologia. No centro da cidade visitamos ainda o Convento do Espírito Santo (3), onde está instalada a Galeria de Arte Municipal. Na saída para Boliqueime, seguindo a EN 270, avista-se à esquerda a Mãe Soberana (4), num outeiro servindo de miradouro sobre a cidade, os campos e o mar. Este é um magnífico monumento do séc. XVI, estilo Renascença, dedicado a N. Sra. da Piedade, padroeira de Loulé.
Voltamos a entrar em Loulé para apanhar a EN 396 em direcção à aldeia de Querença, situada na transição entre o Barrocal e a Serra. Lá bem no alto encontra-se a pequena e bonita Igreja (5), que data do séc. XVI e exibe um belo portal Manuelino. Frente à Igreja ergue-se o Cruzeiro (6) em pedra. Ainda na aldeia fabrica-se um dos mais apreciados chouriços da região e as bonecas de trapos (7), com os trajes tradicionais representando várias profissões. Ali perto, em Pombal, fazem-se deliciosos gelados (8), à base de produtos naturais.
No património natural há três locais a não perder. Para os que gostam de andar a pé, o Cerro dos Negros (404m), logo à saída de Querença, oferece um amplo panorama sobre o litoral. Outro local de grande beleza natural a não perder é a Fonte Filipe (9), no curso da Ribeira das Mercês, onde se podem visitar as grutas, cujas águas têm propriedades terapêuticas. Já os amantes da fauna e da flora encontram no parque da Fonte Benémola (10), Sítio Classificado pelo ICN, espécies vegetais pouco comuns no Algarve: salgueiros e freixos, além dos loendros, chopos e tamargueiras; e a vegetação típica do Barrocal algarvio: o alecrim, o rosmaninho, o tomilho, a esteva, o zambujeiro, o sobreiro e a alfarrobeira. Na fauna destacam-se a lontra, uma grande diversidade de aves e algumas colónias de morcegos. Da Fonte Benémola seguimos em direcção à aldeia da Tôr, atravessando a ponte sobre a Ribeira de Algibre. Ao chegar ao cruzamento com a estrada 525 que vem de Loulé, viramos à direita em direcção a Salir. Um pouco antes de chegar a esta vila encontra-se à esquerda um desvio para a Nave do Barão, onde existe um percurso pedestre sinalizado no terreno.»»
(Fonte: Portal de Turismo do Algarve, 2007 - http://www.visitalgarve.pt)
««Loulé, no coração do Barrocal, é uma terra de artesanato e de grande dinâmica comercial organizada em torno do mercado, tão ao gosto Árabe. Nas lojas que rodeiam as muralhas ainda se descobrem artesãos no seu labor. Com uma mestria ímpar, saem cestos e tapetes de palmeira-anã, cintos, malas e peças em cobre e latão.
Começamos por visitar as Muralhas do Castelo (1), de origem Árabe, reconstruídas no séc. XIII e que ainda hoje se podem ver com as suas três torres de alvenaria. No pátio encontram-se algumas pedras medievais, um poço e o arco da antiga porta de ligação à povoação. Também aqui podemos visitar a Igreja Matriz (2), uma construção Gótica do séc. XIII com um interior de três naves. A torre sineira é proveniente da adaptação de um minarete muçulmano. Se o tempo correr devagar, é de visitar o Museu Municipal, onde se encontram colecções sobre etnografia e arqueologia. No centro da cidade visitamos ainda o Convento do Espírito Santo (3), onde está instalada a Galeria de Arte Municipal. Na saída para Boliqueime, seguindo a EN 270, avista-se à esquerda a Mãe Soberana (4), num outeiro servindo de miradouro sobre a cidade, os campos e o mar. Este é um magnífico monumento do séc. XVI, estilo Renascença, dedicado a N. Sra. da Piedade, padroeira de Loulé.
Voltamos a entrar em Loulé para apanhar a EN 396 em direcção à aldeia de Querença, situada na transição entre o Barrocal e a Serra. Lá bem no alto encontra-se a pequena e bonita Igreja (5), que data do séc. XVI e exibe um belo portal Manuelino. Frente à Igreja ergue-se o Cruzeiro (6) em pedra. Ainda na aldeia fabrica-se um dos mais apreciados chouriços da região e as bonecas de trapos (7), com os trajes tradicionais representando várias profissões. Ali perto, em Pombal, fazem-se deliciosos gelados (8), à base de produtos naturais.
No património natural há três locais a não perder. Para os que gostam de andar a pé, o Cerro dos Negros (404m), logo à saída de Querença, oferece um amplo panorama sobre o litoral. Outro local de grande beleza natural a não perder é a Fonte Filipe (9), no curso da Ribeira das Mercês, onde se podem visitar as grutas, cujas águas têm propriedades terapêuticas. Já os amantes da fauna e da flora encontram no parque da Fonte Benémola (10), Sítio Classificado pelo ICN, espécies vegetais pouco comuns no Algarve: salgueiros e freixos, além dos loendros, chopos e tamargueiras; e a vegetação típica do Barrocal algarvio: o alecrim, o rosmaninho, o tomilho, a esteva, o zambujeiro, o sobreiro e a alfarrobeira. Na fauna destacam-se a lontra, uma grande diversidade de aves e algumas colónias de morcegos. Da Fonte Benémola seguimos em direcção à aldeia da Tôr, atravessando a ponte sobre a Ribeira de Algibre. Ao chegar ao cruzamento com a estrada 525 que vem de Loulé, viramos à direita em direcção a Salir. Um pouco antes de chegar a esta vila encontra-se à esquerda um desvio para a Nave do Barão, onde existe um percurso pedestre sinalizado no terreno.»»
(Fonte: Portal de Turismo do Algarve, 2007 - http://www.visitalgarve.pt)
Visita a Salir - Alte - S. Bartolomeu de Messines
Visita Salir - Alte - S. Bartolomeu de Messines
««A vila de Salir espalha o seu casario branco pela colina, envolvendo as ruínas do castelo. As ruas estreitas, as paredes caiadas e as flores das casas dão-lhe um toque de tranquilo viver. As escavações arqueológicas do castelo supõem-na habitada pelos Celtas, mas foram os Árabes que a fizeram crescer durante o período da ocupação Almoada, no séc. XII. São deles as ruínas do Castelo de Salir (11), um importante património arqueológico que brevemente irá ter à disposição do público as infra-estruturas adequadas para a sua interpretação.
Deixamos Salir em direcção a Alte pela estrada EN 124, mas logo viramos em direcção à Rocha da Pena (12), Sítio Classificado pelo ICN e excelente para a prática do pedestrianismo e de desportos radicais, como parapente ou escalada. Tomamos a estrada 503 até à Cortinhola. Aqui fazemos uma pequena rota até ao Malhão (13), onde existe um excelente miradouro sobre a serra e um templo budista. Continuando na estrada 542 segue-se até ao Azinhal onde se desvia para Sarnadas, em direcção a Alte. Os terrenos que atravessamos fazem parte da Quinta do Freixo (14), uma propriedade agrícola, com reserva de caça, agro-turismo e produtos agro-alimentares biológicos. Paramos nas Sarnadas para apreciar a gastronomia local e ouvir o Sr. Joaquim, um excelente contador de histórias. Continuando em direcção a Alte, desviamos para subir os 467m da Rocha dos Soidos (15), um miradouro natural com uma paisagem sobre o ondulado da serra e tendo o mar no horizonte sul.
Chegamos a Alte, uma aldeia com vestígios de ocupação Romana e onde a cultura Árabe marcou decisivamente a arquitectura local.
Do património cultural de Alte há a destacar a Igreja Matriz (16), rica pela sua talha e azulejaria Barrocas, abóbada Quinhentista, portal e pias baptismais Manuelinos e a Igreja de São Luís. Recomendamos uma visita à Casa Memória D’Alte, onde funciona o Posto de Turismo local, que dispõe de informações sobre percursos dentro e fora da aldeia.
Ponto de referência para qualquer visitante é o som das águas da Ribeira de Alte. Aí encontramos o ex-libris da aldeia: as Fontes (17), Fonte Pequena e Fonte Grande. Estas nascentes de água, que durante séculos moveram os nove moinhos existentes ao longo do seu curso e serviram para abastecer a população local, estão hoje convertidas num local muito aprazível para piqueniques e banhos, pois possui uma represa em forma de piscina natural.
A poucos quilómetros de Alte, na direcção de Santa Margarida, há um desvio para a Torre, onde se pode visitar uma cooperativa de produção artesanal de brinquedos em madeira.»»
(Fonte: Portal de Turismo do Algarve, 2007 - http://www.visitalgarve.pt)
««A vila de Salir espalha o seu casario branco pela colina, envolvendo as ruínas do castelo. As ruas estreitas, as paredes caiadas e as flores das casas dão-lhe um toque de tranquilo viver. As escavações arqueológicas do castelo supõem-na habitada pelos Celtas, mas foram os Árabes que a fizeram crescer durante o período da ocupação Almoada, no séc. XII. São deles as ruínas do Castelo de Salir (11), um importante património arqueológico que brevemente irá ter à disposição do público as infra-estruturas adequadas para a sua interpretação.
Deixamos Salir em direcção a Alte pela estrada EN 124, mas logo viramos em direcção à Rocha da Pena (12), Sítio Classificado pelo ICN e excelente para a prática do pedestrianismo e de desportos radicais, como parapente ou escalada. Tomamos a estrada 503 até à Cortinhola. Aqui fazemos uma pequena rota até ao Malhão (13), onde existe um excelente miradouro sobre a serra e um templo budista. Continuando na estrada 542 segue-se até ao Azinhal onde se desvia para Sarnadas, em direcção a Alte. Os terrenos que atravessamos fazem parte da Quinta do Freixo (14), uma propriedade agrícola, com reserva de caça, agro-turismo e produtos agro-alimentares biológicos. Paramos nas Sarnadas para apreciar a gastronomia local e ouvir o Sr. Joaquim, um excelente contador de histórias. Continuando em direcção a Alte, desviamos para subir os 467m da Rocha dos Soidos (15), um miradouro natural com uma paisagem sobre o ondulado da serra e tendo o mar no horizonte sul.
Chegamos a Alte, uma aldeia com vestígios de ocupação Romana e onde a cultura Árabe marcou decisivamente a arquitectura local.
Do património cultural de Alte há a destacar a Igreja Matriz (16), rica pela sua talha e azulejaria Barrocas, abóbada Quinhentista, portal e pias baptismais Manuelinos e a Igreja de São Luís. Recomendamos uma visita à Casa Memória D’Alte, onde funciona o Posto de Turismo local, que dispõe de informações sobre percursos dentro e fora da aldeia.
Ponto de referência para qualquer visitante é o som das águas da Ribeira de Alte. Aí encontramos o ex-libris da aldeia: as Fontes (17), Fonte Pequena e Fonte Grande. Estas nascentes de água, que durante séculos moveram os nove moinhos existentes ao longo do seu curso e serviram para abastecer a população local, estão hoje convertidas num local muito aprazível para piqueniques e banhos, pois possui uma represa em forma de piscina natural.
A poucos quilómetros de Alte, na direcção de Santa Margarida, há um desvio para a Torre, onde se pode visitar uma cooperativa de produção artesanal de brinquedos em madeira.»»
(Fonte: Portal de Turismo do Algarve, 2007 - http://www.visitalgarve.pt)
Igreja Matriz de Alte (2)
Igreja Matriz de Alte
«Templo religioso fundado no fim do século XIII, como capela particular, por dona Bona, devota de Nossa Senhora da Assunção. A sua construção terá sido ordenada pela mulher do segundo Senhor de Alte, que assim agradeceu o regresso do esposo da VIII Cruzada à Palestina. No interior, destaca-se o retábulo barroco da capela de Nossa Senhora do Carmo e os retábulos dos altares laterais, de estilo rococó. A capela-mor é revestida por um conjunto de azulejos figurativos de estilo barroco.» (http://radix.cultalg.pt/visualizar.html?id=3304)



««Dona Bona, mulher de Garcia Mendes de Ribadaneyra, 2° senhor de Alte e 1° vidama do Algarve, terá fundado nos finais do século XIII, a igreja matriz, consagrada a Nossa Senhora da Assunção, "em acção de graças por seu esposo ter regressado da oitava cruzada à Palestina " (Isabel Raposo, Alte na roda do tempo, ed. Casa do Povo de Alte, 1995, p. 134).
O templo então construído refere-se seguramente a uma capela particular, que não estava sujeita a jurisdição do Bispo de Silves nem à Ordem Militar de Santiago, detentora do padroado dos templos existentes no termo de Loulé. Só assim se justifica não vir incluída na listagem dos benefícios taxados em 1321 respeitantes a templos localizados no bispado do Algarve.
Na Visitação da referida Ordem, de 1517-1518, é indicado a propósito do templo actualmente correspondente à igreja matriz: " achámos, por informação que disso tomámos, que a dita ermida foi fundada de novo pelos moradores de redor dela e eles a tornaram a fazer de novo como está e se faz à custa deles "(Suplemento da Revista Al'ulya, n° 5, 1996, p. 94).
Em 1534, na Visitação seguinte, continua a ser uma ermida pertencente a freguesia de S. Clemente de Loulé, cujo mordomo, Jerónimo Matoso, é morador na aldeia de Alte ( As Visitações da Ordem de Santiago ás Igrejas do Concelho de Loulé. Ed. SEC.-Faro,1993 ).
Finalmente, em 1554, já é referida pelos Visitadores de Santiago como Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição e correspondentemente como sede de freguesia. (Visitação de Igrejas Algarvias da Ordem de Santiago de 1554, Ed. ADEIPA, Faro,1988).
O terramoto de 1755 provocou alguns danos neste templo, que prontamente foram reparados, destacando-se a abertura de dois óculos elípticos no frontispício e a renovação da ornamentação interior de diversas capelas.
A última grande campanha de obras foi realizada em 1829. Os responsáveis tiveram a preocupação de a sinalizar convenientemente, colocando dois algarismos dessa data de cada lado da tarja que remata o portal principal. Vejamos as intervenções então realizadas: no frontispício da igreja - a construção de uma nova empena em massa e a abertura de um janelão emoldurado de cantaria e rematado por um frontão triangular; no interior do templo - o engrossamento com argamassa das arcarias e das colunas, incluindo embasamentos, fustes e capitéis e a colocação de novos retábulos de madeira em diversas capelas.
Inexplicavelmente, o templo que estava a ser concluído em l 518, já com três naves, foi reconstruído por volta de 1538, sendo então utilizado o formulário manuelino. Sobrevivem como interessantes testemunhos dessa época a cobertura abobadada da capela-mor "com três arcos e represas de pedraria" e o portal principal "com seu sobrearco e pilares de pedraria (...) e nele uma tarja com uma cruz e os Mistérios da Paixão".
Em 1554 as obras estavam praticamente prontas, faltando somente terminar o campanário, cujo portal de acesso, de verga recta com diversos emolduramentos perspectivados, já utiliza as normas renascentistas. Deste período era também o retábulo da capela-mor, já desaparecido, que constituía um interessante exemplar da talha algarvia, de marcenaria.
As quatro capelas laterais do lado do evangelho foram ornamentadas com talha entre 1751 e 1789, período em que vigorou na região algarvia o formulário Rococó.
Desses retábulos sobressai o da capela do Morgado, em cujo remate se ostenta o brasão dos Condes de Alte. Trata-se do exemplar mais erudito, com planta em perspectiva côncava, estrutura tetrástila com banco, corpo e ático. As colunas têm o fuste compósito e o vocabulário ornamental acusa duas fases distintas, uma com concheados e cabeças de anjos e outra mais tardia, provavelmente resultante de uma intervenção oitocentista.
Os restantes retábulos são mais modestos, parecendo ter sido executados pela mesma oficina, de modesto estatuto. Apresentam planta plana ou recta, estrutura tetrástila mas sem colunas, prolongando-se a talha pelo arco.
Dos nove retábulos que ornamentam as capelas deste templo, somente o de Nossa Senhora do Monte do Carmo se integra na época barroca, tendo sido construído entre 1735 e 1751, período em que vigorou na região algarvia formulário `joanino".
Desconhece-se o responsável pelo risco e pela feitura da talha. Trata-se, no entanto, de um artista farense de muita cotação, provavelmente Tomé da Costa, genro e continuador da oficina de Manuel Martins.
Apesar de se tratar de um exemplar de modestas dimensões, utiliza a tipologia mais frequente no Algarve: planta plana, composição tetrástila com banco, corpo e ático. A ornamentação utiliza principalmente a folhagem de acanto, tratada com exuberância. As colunas têm o fuste compósito, prenúncio da transição para o Rococó.
Num anexo da igreja matriz, onde se expõe um pequeno núcleo museológico de arte sacra, encontram-se duas tábuas maneiristas, que parecem cobrir pintura muito mais antiga. Representam S. Lourenço e S. João Baptista, necessitando ambas de uma urgente intervenção de conservação e consolidação.
Devem ter pertencido ao retábulo outrora existente na capela lateral do lado da epístola, dedicado a S. Sebastião, tendo sido substituídas no século XIX por telas com representações idênticas.
Apesar de se desconhecer a identidade do mestre que as pintou, elas foram seguramente executadas, nos finais do século XVI, por uma oficina local, provavelmente sediada na cidade de Tavira, pois apresentam semelhanças com uma tábua existente na Igreja Matriz de Santiago desta cidade.
O intradorso da capela lateral do lado da epístola, dedicada a S. Sebastião, está revestido com azulejos de superfície lisa, de padrão polícrome, identificados por Santos Simões como exemplares de fabricação sevilhana do último quartel do século XVI, misturados com alguns exemplares da primeira metade do século XVI.
A escadaria de acesso ao púlpito foi revestida com azulejos figurativos reaproveitados da capela de Nossa Senhora do Carmo, provavelmente após o terramoto de 1755.
Os azulejos mais interessantes encontram-se nas paredes laterais e na cobertura da capela-mor. Representam anjos músicos rodeados por nuvens e cabeças de serafins. Foram colocados neste templo na primeira metade do século XVIII, provavelmente pelos irmãos Borges, os principais assentadores.»»
(Fonte: Câmara Municipal de Loulé - http://www.cm-loule.pt)
«Templo religioso fundado no fim do século XIII, como capela particular, por dona Bona, devota de Nossa Senhora da Assunção. A sua construção terá sido ordenada pela mulher do segundo Senhor de Alte, que assim agradeceu o regresso do esposo da VIII Cruzada à Palestina. No interior, destaca-se o retábulo barroco da capela de Nossa Senhora do Carmo e os retábulos dos altares laterais, de estilo rococó. A capela-mor é revestida por um conjunto de azulejos figurativos de estilo barroco.» (http://radix.cultalg.pt/visualizar.html?id=3304)



««Dona Bona, mulher de Garcia Mendes de Ribadaneyra, 2° senhor de Alte e 1° vidama do Algarve, terá fundado nos finais do século XIII, a igreja matriz, consagrada a Nossa Senhora da Assunção, "em acção de graças por seu esposo ter regressado da oitava cruzada à Palestina " (Isabel Raposo, Alte na roda do tempo, ed. Casa do Povo de Alte, 1995, p. 134).
O templo então construído refere-se seguramente a uma capela particular, que não estava sujeita a jurisdição do Bispo de Silves nem à Ordem Militar de Santiago, detentora do padroado dos templos existentes no termo de Loulé. Só assim se justifica não vir incluída na listagem dos benefícios taxados em 1321 respeitantes a templos localizados no bispado do Algarve.
Na Visitação da referida Ordem, de 1517-1518, é indicado a propósito do templo actualmente correspondente à igreja matriz: " achámos, por informação que disso tomámos, que a dita ermida foi fundada de novo pelos moradores de redor dela e eles a tornaram a fazer de novo como está e se faz à custa deles "(Suplemento da Revista Al'ulya, n° 5, 1996, p. 94).
Em 1534, na Visitação seguinte, continua a ser uma ermida pertencente a freguesia de S. Clemente de Loulé, cujo mordomo, Jerónimo Matoso, é morador na aldeia de Alte ( As Visitações da Ordem de Santiago ás Igrejas do Concelho de Loulé. Ed. SEC.-Faro,1993 ).
Finalmente, em 1554, já é referida pelos Visitadores de Santiago como Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição e correspondentemente como sede de freguesia. (Visitação de Igrejas Algarvias da Ordem de Santiago de 1554, Ed. ADEIPA, Faro,1988).
O terramoto de 1755 provocou alguns danos neste templo, que prontamente foram reparados, destacando-se a abertura de dois óculos elípticos no frontispício e a renovação da ornamentação interior de diversas capelas.
A última grande campanha de obras foi realizada em 1829. Os responsáveis tiveram a preocupação de a sinalizar convenientemente, colocando dois algarismos dessa data de cada lado da tarja que remata o portal principal. Vejamos as intervenções então realizadas: no frontispício da igreja - a construção de uma nova empena em massa e a abertura de um janelão emoldurado de cantaria e rematado por um frontão triangular; no interior do templo - o engrossamento com argamassa das arcarias e das colunas, incluindo embasamentos, fustes e capitéis e a colocação de novos retábulos de madeira em diversas capelas.
Inexplicavelmente, o templo que estava a ser concluído em l 518, já com três naves, foi reconstruído por volta de 1538, sendo então utilizado o formulário manuelino. Sobrevivem como interessantes testemunhos dessa época a cobertura abobadada da capela-mor "com três arcos e represas de pedraria" e o portal principal "com seu sobrearco e pilares de pedraria (...) e nele uma tarja com uma cruz e os Mistérios da Paixão".
Em 1554 as obras estavam praticamente prontas, faltando somente terminar o campanário, cujo portal de acesso, de verga recta com diversos emolduramentos perspectivados, já utiliza as normas renascentistas. Deste período era também o retábulo da capela-mor, já desaparecido, que constituía um interessante exemplar da talha algarvia, de marcenaria.
As quatro capelas laterais do lado do evangelho foram ornamentadas com talha entre 1751 e 1789, período em que vigorou na região algarvia o formulário Rococó.
Desses retábulos sobressai o da capela do Morgado, em cujo remate se ostenta o brasão dos Condes de Alte. Trata-se do exemplar mais erudito, com planta em perspectiva côncava, estrutura tetrástila com banco, corpo e ático. As colunas têm o fuste compósito e o vocabulário ornamental acusa duas fases distintas, uma com concheados e cabeças de anjos e outra mais tardia, provavelmente resultante de uma intervenção oitocentista.
Os restantes retábulos são mais modestos, parecendo ter sido executados pela mesma oficina, de modesto estatuto. Apresentam planta plana ou recta, estrutura tetrástila mas sem colunas, prolongando-se a talha pelo arco.
Dos nove retábulos que ornamentam as capelas deste templo, somente o de Nossa Senhora do Monte do Carmo se integra na época barroca, tendo sido construído entre 1735 e 1751, período em que vigorou na região algarvia formulário `joanino".
Desconhece-se o responsável pelo risco e pela feitura da talha. Trata-se, no entanto, de um artista farense de muita cotação, provavelmente Tomé da Costa, genro e continuador da oficina de Manuel Martins.
Apesar de se tratar de um exemplar de modestas dimensões, utiliza a tipologia mais frequente no Algarve: planta plana, composição tetrástila com banco, corpo e ático. A ornamentação utiliza principalmente a folhagem de acanto, tratada com exuberância. As colunas têm o fuste compósito, prenúncio da transição para o Rococó.
Num anexo da igreja matriz, onde se expõe um pequeno núcleo museológico de arte sacra, encontram-se duas tábuas maneiristas, que parecem cobrir pintura muito mais antiga. Representam S. Lourenço e S. João Baptista, necessitando ambas de uma urgente intervenção de conservação e consolidação.
Devem ter pertencido ao retábulo outrora existente na capela lateral do lado da epístola, dedicado a S. Sebastião, tendo sido substituídas no século XIX por telas com representações idênticas.
Apesar de se desconhecer a identidade do mestre que as pintou, elas foram seguramente executadas, nos finais do século XVI, por uma oficina local, provavelmente sediada na cidade de Tavira, pois apresentam semelhanças com uma tábua existente na Igreja Matriz de Santiago desta cidade.
O intradorso da capela lateral do lado da epístola, dedicada a S. Sebastião, está revestido com azulejos de superfície lisa, de padrão polícrome, identificados por Santos Simões como exemplares de fabricação sevilhana do último quartel do século XVI, misturados com alguns exemplares da primeira metade do século XVI.
A escadaria de acesso ao púlpito foi revestida com azulejos figurativos reaproveitados da capela de Nossa Senhora do Carmo, provavelmente após o terramoto de 1755.
Os azulejos mais interessantes encontram-se nas paredes laterais e na cobertura da capela-mor. Representam anjos músicos rodeados por nuvens e cabeças de serafins. Foram colocados neste templo na primeira metade do século XVIII, provavelmente pelos irmãos Borges, os principais assentadores.»»
(Fonte: Câmara Municipal de Loulé - http://www.cm-loule.pt)
Igreja Matriz de Alte (1)
Igreja Matriz de Alte
««Dedicada a Nossa Senhora da Assunção, remonta ao século XIII. A sua construção terá sido ordenada pela mulher do segundo Senhor de Alte, que assim agradeceu o regresso do esposo, que voltava da VIII Cruzada à Palestina.
A igreja sofreu remodelações nos séculos XVI e XVIII, apresentando actualmente um interior composto por três naves separadas por arcos, suportados por fortes colunas. O maior destaque vai forçosamente para a lindíssima abóbada artesoada, revestida de azulejos do século XVIII, azuis e brancos.
A talha dourada dos retábulos das capelas de Nossa Senhora do Carmo, Nossa Senhora do Rosário e São Francisco contrasta com os azulejos polícromos que revestem a Capela de São Sebastião. Belas imagens de Santa Teresa, do século XVII, e de Nossa Senhora do Rosário e Santa Margarida, do século XVIII, completam a decoração da igreja.»»
(Fonte: http://viajar.clix.pt)
««Dedicada a Nossa Senhora da Assunção, remonta ao século XIII. A sua construção terá sido ordenada pela mulher do segundo Senhor de Alte, que assim agradeceu o regresso do esposo, que voltava da VIII Cruzada à Palestina.
A igreja sofreu remodelações nos séculos XVI e XVIII, apresentando actualmente um interior composto por três naves separadas por arcos, suportados por fortes colunas. O maior destaque vai forçosamente para a lindíssima abóbada artesoada, revestida de azulejos do século XVIII, azuis e brancos.
A talha dourada dos retábulos das capelas de Nossa Senhora do Carmo, Nossa Senhora do Rosário e São Francisco contrasta com os azulejos polícromos que revestem a Capela de São Sebastião. Belas imagens de Santa Teresa, do século XVII, e de Nossa Senhora do Rosário e Santa Margarida, do século XVIII, completam a decoração da igreja.»»
(Fonte: http://viajar.clix.pt)
Freguesia de Alte: características gerais
População: 2439
Actividades económicas: Lojas de artesanato, cafés, casa de chá, minimercados, restaurantes, fabrico de aguardentes (destilarias), fabrico de queijos frescos e fabrico de doces regionais
Festas e Romarias: Festa do Chouriço (Fevereiro), Carnaval, Semana das Artes e Culturas, que inclui a Festa do 1.º de Maio (de 19 de Abril a 1 de Maio), Santos Populares (Junho), Festa de N. Sra. da Assunção (15 de Agosto), Festas de Verão de Monte Ruivo e Santa Margarida (Agosto) e Festa de N. Sra. das Dores e S. Luís (17 de Setembro)
Património: Igreja matriz, Igreja de S. Luís, Casa Memória d’Alte, Casa do Povo de Alte, Escola Profissional Cândido Guerreiro, Junta de Freguesia, Moinhos de Água
Outros Locais: Fonte Grande, Fonte Pequena, Queda do Vigário, a aldeia em geral, a zona da Serra e do Barrocal
Gastronomia: Papas de milho (Xerém), milhos, cabidelas, açordas, migas, gaspacho, jantares de grão e feijão, jantares de couve, peixinhos da horta, sopas de cozinha com beldroegas, charrinhos alimados, bolos podres, cavacas, bolos de alfores, carrasquinhas, bolos de amêndoa, nas matanças: sopas de cachola, miolos com pão, sopas de moleja e sangue refogado
Artesanato: Cerâmica d’Alte e brinquedos em madeira “Da Torre” e esparto
Colectividades: Casa do Povo de Alte, Grupo Folclórico de Alte, Grupo de Música Pop. Portuguesa “Erva Doce”, Centro de Apoio Comunitário à Freguesia de Alte, Centro de Dia e Lar da 3.ª Idade de Alte, Grupo Desp. Serrano – Monte Ruivo e Assoc. Recreativa e Cultural de Santa Margarida
Orago: N. Sra. da Assunção
Feiras: Feira de Anual (17 de Setembro), mercado mensal (3.ª quinta-feira do mês)
(Fonte: Anafre)
Actividades económicas: Lojas de artesanato, cafés, casa de chá, minimercados, restaurantes, fabrico de aguardentes (destilarias), fabrico de queijos frescos e fabrico de doces regionais
Festas e Romarias: Festa do Chouriço (Fevereiro), Carnaval, Semana das Artes e Culturas, que inclui a Festa do 1.º de Maio (de 19 de Abril a 1 de Maio), Santos Populares (Junho), Festa de N. Sra. da Assunção (15 de Agosto), Festas de Verão de Monte Ruivo e Santa Margarida (Agosto) e Festa de N. Sra. das Dores e S. Luís (17 de Setembro)
Património: Igreja matriz, Igreja de S. Luís, Casa Memória d’Alte, Casa do Povo de Alte, Escola Profissional Cândido Guerreiro, Junta de Freguesia, Moinhos de Água
Outros Locais: Fonte Grande, Fonte Pequena, Queda do Vigário, a aldeia em geral, a zona da Serra e do Barrocal
Gastronomia: Papas de milho (Xerém), milhos, cabidelas, açordas, migas, gaspacho, jantares de grão e feijão, jantares de couve, peixinhos da horta, sopas de cozinha com beldroegas, charrinhos alimados, bolos podres, cavacas, bolos de alfores, carrasquinhas, bolos de amêndoa, nas matanças: sopas de cachola, miolos com pão, sopas de moleja e sangue refogado
Artesanato: Cerâmica d’Alte e brinquedos em madeira “Da Torre” e esparto
Colectividades: Casa do Povo de Alte, Grupo Folclórico de Alte, Grupo de Música Pop. Portuguesa “Erva Doce”, Centro de Apoio Comunitário à Freguesia de Alte, Centro de Dia e Lar da 3.ª Idade de Alte, Grupo Desp. Serrano – Monte Ruivo e Assoc. Recreativa e Cultural de Santa Margarida
Orago: N. Sra. da Assunção
Feiras: Feira de Anual (17 de Setembro), mercado mensal (3.ª quinta-feira do mês)
(Fonte: Anafre)
sábado, 15 de dezembro de 2007
Minas de Cobre próximo de Santa Margarida
Minas de Cobre próximo de Santa Margarida
««No concelho de Loulé conhecia-se a mina da Atalaia, na freguesia de Alte, explorada, ainda em 1845, devido a concessão obtida, para o efeito, pelo conde de Farrobo. Das antigas explorações subsiste, no Museu Nacional de Arqueologia, lingote de cobre (Inv. 10219), rectangular, com os cantos arredondados (Domergue, 1987, p. 519; Veiga, 1887, p. 382, 1889, p. 37, 59-61, 1891, p. 83-85). Localiza-se na freguesia de Querença, no mesmo concelho, a mina da Vendinha do Esteval (Veiga, 1889, p. 50, 61-64). Nestas minas, além do metal referido, podia obter-se o sulfato de cobre ou caparrosa, muito utilizado, pelos Muçulmanos, na medicina e, em especial, na tinturaria.»»
(Fonte: IPA-Ministério da Cultura - ??? Cap.2 - Território e Cultura... (??inc.))
««No concelho de Loulé conhecia-se a mina da Atalaia, na freguesia de Alte, explorada, ainda em 1845, devido a concessão obtida, para o efeito, pelo conde de Farrobo. Das antigas explorações subsiste, no Museu Nacional de Arqueologia, lingote de cobre (Inv. 10219), rectangular, com os cantos arredondados (Domergue, 1987, p. 519; Veiga, 1887, p. 382, 1889, p. 37, 59-61, 1891, p. 83-85). Localiza-se na freguesia de Querença, no mesmo concelho, a mina da Vendinha do Esteval (Veiga, 1889, p. 50, 61-64). Nestas minas, além do metal referido, podia obter-se o sulfato de cobre ou caparrosa, muito utilizado, pelos Muçulmanos, na medicina e, em especial, na tinturaria.»»
(Fonte: IPA-Ministério da Cultura - ??? Cap.2 - Território e Cultura... (??inc.))
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Gruta da Igrejinha dos Soidos
Designação do Sítio: Gruta da Igrejinha dos Soidos
CNS: 2681
Tipo de Trabalho: Escavação
Ano do Trabalho: 1988
Projecto: Paleolítico Superior de Portugal - Fase II
Estado: Relatório Aprovado
Objectivos: Avaliar o potencial arqueológico da gruta, devido a achados superficiais, como numerosos fragmentos de cerâmica de aparência pré-histórica, durante uma visita preliminar de inspecção realizada em 1987.
Data de Início: 01/06/1988
Data de Fim: 08/06/1988
Resultados: Abertura de uma sondagem num recanto, junto à entrada da gruta e ao topo do cone detrítico, e outra junto à parede Este na zona mais baixa da gruta. O espólio recolhido insere-se numa longa diacronia de ocupação: do Neolítico antigo evolucionado, ao Calcolítico e Bronze final/Ferro.
Arqueólogos: José Eduardo Morais Arnaud
Lawrence Guy Straus
Maria Teresa Júdice Gamito
(Fonte: Base de Dados IPA-Ministério da Cultura)
CNS: 2681
Tipo de Trabalho: Escavação
Ano do Trabalho: 1988
Projecto: Paleolítico Superior de Portugal - Fase II
Estado: Relatório Aprovado
Objectivos: Avaliar o potencial arqueológico da gruta, devido a achados superficiais, como numerosos fragmentos de cerâmica de aparência pré-histórica, durante uma visita preliminar de inspecção realizada em 1987.
Data de Início: 01/06/1988
Data de Fim: 08/06/1988
Resultados: Abertura de uma sondagem num recanto, junto à entrada da gruta e ao topo do cone detrítico, e outra junto à parede Este na zona mais baixa da gruta. O espólio recolhido insere-se numa longa diacronia de ocupação: do Neolítico antigo evolucionado, ao Calcolítico e Bronze final/Ferro.
Arqueólogos: José Eduardo Morais Arnaud
Lawrence Guy Straus
Maria Teresa Júdice Gamito
(Fonte: Base de Dados IPA-Ministério da Cultura)
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
Estrada Santa Margarida - Alte
Câmara Municipal de Loulé
Reunião Ordinária - 28 de Setembro de 2005
Deliberação 51:
Assunto:
Empreitada de: "Repavimentação da E.N. 395 - entre Alte e Santa Margarida - Alte (1ª Fase)" - Adjudicação da empreitada por ajuste directo; - Dispensa de Contrato Escrito; - Nomeação de Fiscal da Obra.
Deliberação:
A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, autorizar a realização da despesa, bem como aprovar a adjudicação por ajuste directo da empreitada citada em epígrafe à empresa MANUEL JOAQUIM PINTO S.A., pelo montante de 24.550,00€ (vinte e quatro mil, quinhentos e cinquenta euros), por série de preços, ao qual acresce o valor do IVA, à taxa legal em vigor (5%), com o prazo de execução de 15 dias seguidos, nos termos da alínea e) do Artº 48º do Decreto-Lei nº59/99 de 02 de Março, com dispensa de contrato escrito de acordo com o nº4 do Artº 60º e alínea a) do nº 1 do Artº 59º, do Decreto-Lei nº 197/99 de 08/06, de acordo com a informação do Departamento de Obras Municipais. - Mais deliberou, por unanimidade e em minuta, nomear fiscal da referida empreitada, o Téc. Prof. Espec. Principal Sr. Ilídio dos Santos.
Reunião Ordinária - 28 de Setembro de 2005
Deliberação 51:
Assunto:
Empreitada de: "Repavimentação da E.N. 395 - entre Alte e Santa Margarida - Alte (1ª Fase)" - Adjudicação da empreitada por ajuste directo; - Dispensa de Contrato Escrito; - Nomeação de Fiscal da Obra.
Deliberação:
A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, autorizar a realização da despesa, bem como aprovar a adjudicação por ajuste directo da empreitada citada em epígrafe à empresa MANUEL JOAQUIM PINTO S.A., pelo montante de 24.550,00€ (vinte e quatro mil, quinhentos e cinquenta euros), por série de preços, ao qual acresce o valor do IVA, à taxa legal em vigor (5%), com o prazo de execução de 15 dias seguidos, nos termos da alínea e) do Artº 48º do Decreto-Lei nº59/99 de 02 de Março, com dispensa de contrato escrito de acordo com o nº4 do Artº 60º e alínea a) do nº 1 do Artº 59º, do Decreto-Lei nº 197/99 de 08/06, de acordo com a informação do Departamento de Obras Municipais. - Mais deliberou, por unanimidade e em minuta, nomear fiscal da referida empreitada, o Téc. Prof. Espec. Principal Sr. Ilídio dos Santos.
Teatro em Santa Margarida
Festival de Teatro de Alte (Julho de 2007)
««Alte, é uma das aldeias mais típicas do Algarve e de Portugal, e realiza ao longo de todo o ano várias actividades culturais. Exemplo disso, é o Festival de Teatro de Alte que já vai na oitaca edição e volta a subir ao palco entre 25 e 29 de Julho.
Programa:
25 Julho
15h00 - Grupo de Teatro Vicenteatro apresenta "Vem cá amanhá que eu vou fritar hoje" no Lar da 3ª Idade de Alte
21h30 - Grupo de Teatro Vicenteatro apresenta "Vem cá amanhá que eu vou fritar hoje" na Igreja de Santa Margarida
26 Julho
14h30 - Grupo "Agora Teatro" realiza o atelier "Histórias e Partituras" no Teatro da Estrada
21h30 - "Trio Kaleidoscópio" apresenta um Concerto de Jazz no Teatro da Estrada
28 Julho
21h30 - o Grupo "Teatro ao Larfo apresenta "Dr. Fausto" no Largo Helmano Sousa Costa
29 Julho
21h30 - "A Azinheira Sinaleira" - Era uma vez ... José Carlos Alegria, no Teatro da Estrada
(Fonte: http://algarviada.blogs.sapo.pt)
««Alte, é uma das aldeias mais típicas do Algarve e de Portugal, e realiza ao longo de todo o ano várias actividades culturais. Exemplo disso, é o Festival de Teatro de Alte que já vai na oitaca edição e volta a subir ao palco entre 25 e 29 de Julho.
Programa:
25 Julho
15h00 - Grupo de Teatro Vicenteatro apresenta "Vem cá amanhá que eu vou fritar hoje" no Lar da 3ª Idade de Alte
21h30 - Grupo de Teatro Vicenteatro apresenta "Vem cá amanhá que eu vou fritar hoje" na Igreja de Santa Margarida
26 Julho
14h30 - Grupo "Agora Teatro" realiza o atelier "Histórias e Partituras" no Teatro da Estrada
21h30 - "Trio Kaleidoscópio" apresenta um Concerto de Jazz no Teatro da Estrada
28 Julho
21h30 - o Grupo "Teatro ao Larfo apresenta "Dr. Fausto" no Largo Helmano Sousa Costa
29 Julho
21h30 - "A Azinheira Sinaleira" - Era uma vez ... José Carlos Alegria, no Teatro da Estrada
(Fonte: http://algarviada.blogs.sapo.pt)
Cinema em Santa Margarida
A Câmara Municipal de Loulé vai repetir este Verão a iniciativa Cinema ao Luar, que visa levar o cinema a todas as freguesias do Concelho de Loulé, onde não existem salas de cinema, proporcionando assim momentos de diversão e emoção a populações que não têm acesso à sétima arte.
Este ano optou-se por um ciclo de filmes de Charles Chaplin (Charlot) que certamente irá agradar aos mais variados públicos.
A película escolhida para o dia 14 de Julho, na Igreja de Santa Margarida, na Freguesia de Alte é "A Quimera de Ouro".
(Fonte: RUA - Rádio Universidade do Algarve, 13-7-2007)
Este ano optou-se por um ciclo de filmes de Charles Chaplin (Charlot) que certamente irá agradar aos mais variados públicos.
A película escolhida para o dia 14 de Julho, na Igreja de Santa Margarida, na Freguesia de Alte é "A Quimera de Ouro".
(Fonte: RUA - Rádio Universidade do Algarve, 13-7-2007)
Cinema na Igreja de Santa Margarida
Câmara Municipal de Loulé
Reunião Ordinária - 21 de Junho de 2006
Deliberação 2:
Assunto:
Emissão de Licença Especial de Ruído requerida pela Câmara Municipal de Loulé, realização de cinema ao ar livre na Igreja de Santa Margarida de Alte.
Deliberação:
A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, nos termos do nº2 do artº 9º do Regulamento Geral de Ruído, anexo ao Decreto-Lei nº292/2000, de 14 de Novembro, emitir a Licença Especial Ruído, em conformidade com o requerido pela Câmara Municipal de Loulé, para a realização de cinema ao ar livre na igreja de Santa Margarida de Alte, no dia 01 de Julho de 2006 das 22h00 às 24h00.
Reunião Ordinária - 21 de Junho de 2006
Deliberação 2:
Assunto:
Emissão de Licença Especial de Ruído requerida pela Câmara Municipal de Loulé, realização de cinema ao ar livre na Igreja de Santa Margarida de Alte.
Deliberação:
A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, nos termos do nº2 do artº 9º do Regulamento Geral de Ruído, anexo ao Decreto-Lei nº292/2000, de 14 de Novembro, emitir a Licença Especial Ruído, em conformidade com o requerido pela Câmara Municipal de Loulé, para a realização de cinema ao ar livre na igreja de Santa Margarida de Alte, no dia 01 de Julho de 2006 das 22h00 às 24h00.
Escola básica do 1.º ciclo de Stª Margarida
Escola básica do 1.º ciclo de Stª Margarida
Santa Margarida
8100-033 ALTE
FARO
Encerrou no ano lectivo 2007/08.
Santa Margarida
8100-033 ALTE
FARO
Encerrou no ano lectivo 2007/08.
Festa de Verão de Santa Margarida - Alte
Festa de Verão de Santa Margarida - Alte
Festa que se realiza nesta aldeia e que conta com vários tipos de actividades, entre elas, uma quermesse, torneio de jogos tradicionais e, pela noite, é organizado um baile para a animação dos visitantes do evento.
(Fonte: Radix - Ministério da Cultura, 2007)
Festa que se realiza nesta aldeia e que conta com vários tipos de actividades, entre elas, uma quermesse, torneio de jogos tradicionais e, pela noite, é organizado um baile para a animação dos visitantes do evento.
(Fonte: Radix - Ministério da Cultura, 2007)
Associação Recreativa e Cultural de Santa Margarida
Santa Margarida em "A Alma e a Gente" (RTP)
Texto do programa "A Alma e a Gente" sobre o "Algarve Interior". Faz referência a Santa Margarida e a Alte.
Veja o texto (pdf) em: http://www.rtp.pt/rtpi/images/articles/277/texto19
(necessita ter o programa Adobe Acrobat instalad0)
Veja o texto (pdf) em: http://www.rtp.pt/rtpi/images/articles/277/texto19
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quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Escola básica do 1.º ciclo de Stª Margarida
Escola básica do 1.º ciclo de Stª Margarida
Santa Margarida
8100-033 ALTE
FARO
Encerrou no ano lectivo 2007/08.
Santa Margarida
8100-033 ALTE
FARO
Encerrou no ano lectivo 2007/08.
Merceria, Cafés e Hotel
Em Santa Margarida há uma mercearia e dois cafés e um Hotel (a 1 Km):
Hotel Alte:
http://www.altehotel.com/pt/homepage.html
Próximo, em Alte, há outros cafés, pastelarias e mini-mercados (2 km):
Água Mel
http://www.aguamel.net/?link=inicio
Hotel Alte:
http://www.altehotel.com/pt/homepage.html
Próximo, em Alte, há outros cafés, pastelarias e mini-mercados (2 km):
Água Mel
http://www.aguamel.net/?link=inicio





















