Actual edifício do Governo Civil de Faro foi construído sobre o antigo Palacete do Conde de Alte, em Faro.
O Antigo palacete do Conde de Alte foi adquirido para a instalação do Governo Civil tendo-se construído um novo edifício sobre este. Trata-se de um edifício de dois andares cuja fachada exibe uma composição simétrica com janelas de sacada no piso superior e de peitoril no térreo. Salienta-se o corpo central ladeado por um par de pilastras.
Cronologia:
Século XVIII: construção do Palacete do Conde de Alte
Em 1869: aquirido para instalação do Governo civil de Faro.
Séc. XIX, 2ª metade: construção do novo edifício sobre o palacete preexistente.
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Visconde de Alte nas negociações com a China sobre Macau, em 1922
Visconde de Alte nas negociações com a China sobre Macau, em 1922:
«(...) Em 1920, o governo de Macau assinou com o governo de Cantão um convénio, inconveniente para Macau, relativo ao porto interior. Mas, em 1922, na Conferência de Washington, os delegados portugueses, Visconde de Alte e Ernesto de Vasconcelos, quase conseguiram a solução do problema da delimitação, acabando, porém, por resolverem levar o assunto à Sociedade das Nações, pelo que ficou, mais uma vez, protelada a solução daquilo que a China se havia comprometido, no tratado de 1887. (...)»
(Fonte: http://www.portugal.pro.br/fag.html)
«(...) Em 1920, o governo de Macau assinou com o governo de Cantão um convénio, inconveniente para Macau, relativo ao porto interior. Mas, em 1922, na Conferência de Washington, os delegados portugueses, Visconde de Alte e Ernesto de Vasconcelos, quase conseguiram a solução do problema da delimitação, acabando, porém, por resolverem levar o assunto à Sociedade das Nações, pelo que ficou, mais uma vez, protelada a solução daquilo que a China se havia comprometido, no tratado de 1887. (...)»
(Fonte: http://www.portugal.pro.br/fag.html)
Visconde de Alte, Embaixador de Portugal em Washington, na revista TIME, 17-6-1929
«(...)Would other Embassies follow the British and go Dry? It seemed unlikely, though guests recalled that Jose de Horta Machado da Franca, Visconde d'Alte, the Portuguese Minister, was no server of "intoxicating beverages" at his entertainments, (...)»
http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,723691-1,00.html
http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,723691-1,00.html
Visconde de Alte, Embaixador de Portugal em Washington, no New York Times, 1903
Notícia no jornal New York Times, edição de 19-9-1903, sobre ferimento provocado por um cão, na cidade de Boston (EUA), ao Visconde de Alte, então Embaixador de Portugal em Washington:

http://query.nytimes.com/mem/archive-free/pdf?res=9B00E1DD1439E433A2575AC1A96F9C946297D6CF
http://query.nytimes.com/mem/archive-free/pdf?res=9B00E1DD1439E433A2575AC1A96F9C946297D6CF
Visconde de Alte
Visconde de Alte, título criado por D. Maria II, Rainha de Portugal, em 1851.
http://www.geneall.net/P/tit_page.php?id=75
1º Visconde de Alte:
Foi o 1º Conde de Alte: http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=32568
2º Visconde de Alte:
http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=38237
2º Visconde de Alte foi Embaixador de Portugal em Washington, no início do Século XX (era o Embaixador em 1908; em 1920 recebeu o padre Himalaia quando este esteve nos EUA, entre 1920 e 1922)
http://www.geneall.net/P/tit_page.php?id=75
1º Visconde de Alte:
Foi o 1º Conde de Alte: http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=32568
2º Visconde de Alte:
http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=38237
2º Visconde de Alte foi Embaixador de Portugal em Washington, no início do Século XX (era o Embaixador em 1908; em 1920 recebeu o padre Himalaia quando este esteve nos EUA, entre 1920 e 1922)
Conde de Alte
Genealogia do Conde de Alte:
http://www.geneall.net/P/tit_page.php?id=76
1º Conde Alte:
http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=32568
2º Conde de Alte:
http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=6695
3º Conde de Alte:
http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=7177
Conde Alte:
Rev. Cónego Dr. António José da Franca Melo de Horta Machado, Conde de Alte e de Marim, CM
http://www.geneall.net/P/tit_page.php?id=76
1º Conde Alte:
http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=32568
2º Conde de Alte:
http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=6695
3º Conde de Alte:
http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=7177
Conde Alte:
Rev. Cónego Dr. António José da Franca Melo de Horta Machado, Conde de Alte e de Marim, CM
Senhores do Morgado de Alte
Joane Mendes de Ataíde, senhor do Morgado de Alte (casou com Iria Barreto)
http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=254445
Mécia Barreto, Senhora do Morgado de Alte, 1575 (filha de Joane Mendes de Ataíde e de Iria Barreto)
http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=48978
Fontes: História Genealógica da Casa Real Portuguesa, D. António Caetano de Sousa, Atlântida-Livraria Editora, Lda, 2ª Edição, Coimbra, 1946.
http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=254445
Mécia Barreto, Senhora do Morgado de Alte, 1575 (filha de Joane Mendes de Ataíde e de Iria Barreto)
http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=48978
Fontes: História Genealógica da Casa Real Portuguesa, D. António Caetano de Sousa, Atlântida-Livraria Editora, Lda, 2ª Edição, Coimbra, 1946.
Nobreza de Portugal
ALTE – Viscondes e Conde de
http://www.portuguesaebrasileira.com/nobreza.html
Do Feudalismo em diante, títulos nobiliárquicos conferidos pelo Rei ou recebidos por herança (por ordem hierárquica): Duque, Marquês, Conde, Visconde, Barão.
Príncipe - filho ou membro da família reinante.
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Do Feudalismo em diante, títulos nobiliárquicos conferidos pelo Rei ou recebidos por herança (por ordem hierárquica): Duque, Marquês, Conde, Visconde, Barão.
Príncipe - filho ou membro da família reinante.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
História do antigo hospital de Loulé
«No reinado de Afonso V, surge hospital anexo à albergaria. Nos registos históricos, há notícia de que em 1471 funcionava, em Loulé, uma albergaria. No reinado de Afonso V, foi anexado a essa albergaria um hospital, para nele serem tratados os soldados doentes e feridos envolvidos nas expedições ao Norte de África. Nessa altura, o hospital foi baptizado com o nome de Nossa Senhora dos Pobres. Em meados do século XVI, foi instituída a Santa Casa da Misericórdia que, por ordem do rei D. Sebastião, passou a administrar o hospital. São seis séculos de história, onde ressaltam momentos de grande significado para as gentes louletanas. Em 1910, o Dr. José Bernardo Lopes foi nomeado facultativo municipal do concelho de Loulé com a obrigação de «prestar gratuitamente assistência aos seus doentes pobres. Em 10 de Maio de 1976, a Santa Casa da Misericórdia cortou o cordão umbilical com o hospital. Uma comissão instaladora assumiu a sua gestão. A partir de 20 de Março de 1984, a Comissão foi paulatinamente perdendo capacidade de fazer frente aos problemas quotidianos do Hospital, que não oferecia já as mínimas condições de funcionamento.
Em finais de 1992, iniciou-se a construção do novo Centro de Saúde de Loulé, facto que anunciou o encerramento do Hospital de Nossa Senhora dos Pobres como Centro de Saúde e como unidade hospitalar.»
(Fonte: Barlavento Online - Jornal de Informação Regional do Algarve, 2-02-2008)
Em finais de 1992, iniciou-se a construção do novo Centro de Saúde de Loulé, facto que anunciou o encerramento do Hospital de Nossa Senhora dos Pobres como Centro de Saúde e como unidade hospitalar.»
(Fonte: Barlavento Online - Jornal de Informação Regional do Algarve, 2-02-2008)
sábado, 12 de janeiro de 2008
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
Freguesia de Alte: características gerais
População: 2439
Actividades económicas: Lojas de artesanato, cafés, casa de chá, minimercados, restaurantes, fabrico de aguardentes (destilarias), fabrico de queijos frescos e fabrico de doces regionais
Festas e Romarias: Festa do Chouriço (Fevereiro), Carnaval, Semana das Artes e Culturas, que inclui a Festa do 1.º de Maio (de 19 de Abril a 1 de Maio), Santos Populares (Junho), Festa de N. Sra. da Assunção (15 de Agosto), Festas de Verão de Monte Ruivo e Santa Margarida (Agosto) e Festa de N. Sra. das Dores e S. Luís (17 de Setembro)
Património: Igreja matriz, Igreja de S. Luís, Casa Memória d’Alte, Casa do Povo de Alte, Escola Profissional Cândido Guerreiro, Junta de Freguesia, Moinhos de Água
Outros Locais: Fonte Grande, Fonte Pequena, Queda do Vigário, a aldeia em geral, a zona da Serra e do Barrocal
Gastronomia: Papas de milho (Xerém), milhos, cabidelas, açordas, migas, gaspacho, jantares de grão e feijão, jantares de couve, peixinhos da horta, sopas de cozinha com beldroegas, charrinhos alimados, bolos podres, cavacas, bolos de alfores, carrasquinhas, bolos de amêndoa, nas matanças: sopas de cachola, miolos com pão, sopas de moleja e sangue refogado
Artesanato: Cerâmica d’Alte e brinquedos em madeira “Da Torre” e esparto
Colectividades: Casa do Povo de Alte, Grupo Folclórico de Alte, Grupo de Música Pop. Portuguesa “Erva Doce”, Centro de Apoio Comunitário à Freguesia de Alte, Centro de Dia e Lar da 3.ª Idade de Alte, Grupo Desp. Serrano – Monte Ruivo e Assoc. Recreativa e Cultural de Santa Margarida
Orago: N. Sra. da Assunção
Feiras: Feira de Anual (17 de Setembro), mercado mensal (3.ª quinta-feira do mês)
(Fonte: Anafre)
Actividades económicas: Lojas de artesanato, cafés, casa de chá, minimercados, restaurantes, fabrico de aguardentes (destilarias), fabrico de queijos frescos e fabrico de doces regionais
Festas e Romarias: Festa do Chouriço (Fevereiro), Carnaval, Semana das Artes e Culturas, que inclui a Festa do 1.º de Maio (de 19 de Abril a 1 de Maio), Santos Populares (Junho), Festa de N. Sra. da Assunção (15 de Agosto), Festas de Verão de Monte Ruivo e Santa Margarida (Agosto) e Festa de N. Sra. das Dores e S. Luís (17 de Setembro)
Património: Igreja matriz, Igreja de S. Luís, Casa Memória d’Alte, Casa do Povo de Alte, Escola Profissional Cândido Guerreiro, Junta de Freguesia, Moinhos de Água
Outros Locais: Fonte Grande, Fonte Pequena, Queda do Vigário, a aldeia em geral, a zona da Serra e do Barrocal
Gastronomia: Papas de milho (Xerém), milhos, cabidelas, açordas, migas, gaspacho, jantares de grão e feijão, jantares de couve, peixinhos da horta, sopas de cozinha com beldroegas, charrinhos alimados, bolos podres, cavacas, bolos de alfores, carrasquinhas, bolos de amêndoa, nas matanças: sopas de cachola, miolos com pão, sopas de moleja e sangue refogado
Artesanato: Cerâmica d’Alte e brinquedos em madeira “Da Torre” e esparto
Colectividades: Casa do Povo de Alte, Grupo Folclórico de Alte, Grupo de Música Pop. Portuguesa “Erva Doce”, Centro de Apoio Comunitário à Freguesia de Alte, Centro de Dia e Lar da 3.ª Idade de Alte, Grupo Desp. Serrano – Monte Ruivo e Assoc. Recreativa e Cultural de Santa Margarida
Orago: N. Sra. da Assunção
Feiras: Feira de Anual (17 de Setembro), mercado mensal (3.ª quinta-feira do mês)
(Fonte: Anafre)
sábado, 15 de dezembro de 2007
Minas de Cobre próximo de Santa Margarida
Minas de Cobre próximo de Santa Margarida
««No concelho de Loulé conhecia-se a mina da Atalaia, na freguesia de Alte, explorada, ainda em 1845, devido a concessão obtida, para o efeito, pelo conde de Farrobo. Das antigas explorações subsiste, no Museu Nacional de Arqueologia, lingote de cobre (Inv. 10219), rectangular, com os cantos arredondados (Domergue, 1987, p. 519; Veiga, 1887, p. 382, 1889, p. 37, 59-61, 1891, p. 83-85). Localiza-se na freguesia de Querença, no mesmo concelho, a mina da Vendinha do Esteval (Veiga, 1889, p. 50, 61-64). Nestas minas, além do metal referido, podia obter-se o sulfato de cobre ou caparrosa, muito utilizado, pelos Muçulmanos, na medicina e, em especial, na tinturaria.»»
(Fonte: IPA-Ministério da Cultura - ??? Cap.2 - Território e Cultura... (??inc.))
««No concelho de Loulé conhecia-se a mina da Atalaia, na freguesia de Alte, explorada, ainda em 1845, devido a concessão obtida, para o efeito, pelo conde de Farrobo. Das antigas explorações subsiste, no Museu Nacional de Arqueologia, lingote de cobre (Inv. 10219), rectangular, com os cantos arredondados (Domergue, 1987, p. 519; Veiga, 1887, p. 382, 1889, p. 37, 59-61, 1891, p. 83-85). Localiza-se na freguesia de Querença, no mesmo concelho, a mina da Vendinha do Esteval (Veiga, 1889, p. 50, 61-64). Nestas minas, além do metal referido, podia obter-se o sulfato de cobre ou caparrosa, muito utilizado, pelos Muçulmanos, na medicina e, em especial, na tinturaria.»»
(Fonte: IPA-Ministério da Cultura - ??? Cap.2 - Território e Cultura... (??inc.))
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Gruta da Igrejinha dos Soidos
Designação do Sítio: Gruta da Igrejinha dos Soidos
CNS: 2681
Tipo de Trabalho: Escavação
Ano do Trabalho: 1988
Projecto: Paleolítico Superior de Portugal - Fase II
Estado: Relatório Aprovado
Objectivos: Avaliar o potencial arqueológico da gruta, devido a achados superficiais, como numerosos fragmentos de cerâmica de aparência pré-histórica, durante uma visita preliminar de inspecção realizada em 1987.
Data de Início: 01/06/1988
Data de Fim: 08/06/1988
Resultados: Abertura de uma sondagem num recanto, junto à entrada da gruta e ao topo do cone detrítico, e outra junto à parede Este na zona mais baixa da gruta. O espólio recolhido insere-se numa longa diacronia de ocupação: do Neolítico antigo evolucionado, ao Calcolítico e Bronze final/Ferro.
Arqueólogos: José Eduardo Morais Arnaud
Lawrence Guy Straus
Maria Teresa Júdice Gamito
(Fonte: Base de Dados IPA-Ministério da Cultura)
CNS: 2681
Tipo de Trabalho: Escavação
Ano do Trabalho: 1988
Projecto: Paleolítico Superior de Portugal - Fase II
Estado: Relatório Aprovado
Objectivos: Avaliar o potencial arqueológico da gruta, devido a achados superficiais, como numerosos fragmentos de cerâmica de aparência pré-histórica, durante uma visita preliminar de inspecção realizada em 1987.
Data de Início: 01/06/1988
Data de Fim: 08/06/1988
Resultados: Abertura de uma sondagem num recanto, junto à entrada da gruta e ao topo do cone detrítico, e outra junto à parede Este na zona mais baixa da gruta. O espólio recolhido insere-se numa longa diacronia de ocupação: do Neolítico antigo evolucionado, ao Calcolítico e Bronze final/Ferro.
Arqueólogos: José Eduardo Morais Arnaud
Lawrence Guy Straus
Maria Teresa Júdice Gamito
(Fonte: Base de Dados IPA-Ministério da Cultura)
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Descrição de palavras (nomes de lugares, etc.)
Alcaria (substantivo feminino), casa campestre para guardar instrumentos de lavoura (Alcaria do João), in Dicionário Português Online
Arneiro (substantivo masculino), mesmo que terreno sem vegetação, arenoso e estéril; areento, in Dicionário Português Online
Atalaia (substantivo de dois géneros), lugar elevado de onde se observa ou se vigia, in Dicionário Português Online
Macheira (substantivo feminino), mesmo que chaparreiro (sobreiro), in Dicionário Português Online
Ronceiro (adjectivo), que se movimenta com vagar, morosamente, lento, in Dicionário Português Online
Cumeada (substantivo feminino), sucessão de cumes montanhosos, in Dicionário Português Online
Esteval (substantivo masculino), extenso aglomerado de estevas em determinada área; esteveira, in Dicionário Português Online
Soalheira (substantivo feminino), exposição aos raios solares, hora de calor mais intenso ao sol (soalheiro = ajuntamento. maledicência), in Dicionário Português Online
Azinhal (substantivo feminino), extenso aglomerado de azinheiras em determinada área; azinheiral, in Dicionário Português Online
Arneiro (substantivo masculino), mesmo que terreno sem vegetação, arenoso e estéril; areento, in Dicionário Português Online
Atalaia (substantivo de dois géneros), lugar elevado de onde se observa ou se vigia, in Dicionário Português Online
Macheira (substantivo feminino), mesmo que chaparreiro (sobreiro), in Dicionário Português Online
Ronceiro (adjectivo), que se movimenta com vagar, morosamente, lento, in Dicionário Português Online
Cumeada (substantivo feminino), sucessão de cumes montanhosos, in Dicionário Português Online
Esteval (substantivo masculino), extenso aglomerado de estevas em determinada área; esteveira, in Dicionário Português Online
Soalheira (substantivo feminino), exposição aos raios solares, hora de calor mais intenso ao sol (soalheiro = ajuntamento. maledicência), in Dicionário Português Online
Azinhal (substantivo feminino), extenso aglomerado de azinheiras em determinada área; azinheiral, in Dicionário Português Online
Vila Verde do Vale (Santa Margarida)
Vila Verde do Vale (Santa Margarida)
«Segundo a tradição oral terá existido neste local, actualmente denominado por Santa Margarida, uma Villa Romana. A descoberta de objectos datados do mesmo período, tais como, vasos inteiros e uma pequena escultura, veio reforçar a ideia.»
(Fonte: Radix - Ministério da Cultura, 2007)
«Segundo a tradição oral terá existido neste local, actualmente denominado por Santa Margarida, uma Villa Romana. A descoberta de objectos datados do mesmo período, tais como, vasos inteiros e uma pequena escultura, veio reforçar a ideia.»
(Fonte: Radix - Ministério da Cultura, 2007)


